5 dicas para organizar suas finanças

Comece agora a aplicar 5 técnicas que mudarão sua vida financeira


Comece agora a organizar suas finanças.

Se está aí um assunto importante e que mexe com a vida da maioria das famílias do mundo, esse assunto é Finanças. Neste artigo, trouxemos algumas técnicas apresentadas por especialistas dentro da área de administração e economia que, se usadas intencionalmente, podem alterar a realidade financeira de sua casa e dar mais controle sobre gastos e investimentos. Mas, primeiro, vamos começar com uma pergunta importante.


Por que devo organizar minha vida financeira?

O dinheiro não compra a felicidade, porém traz bem-estar e segurança para a família. Por outro lado, é alvo de adoração e símbolo da avareza, algumas pessoas são realmente obcecadas por ganhar mais dinheiro e perdem suas vidas nesse propósito.


Nossa intenção aqui não é prometer felicidade extrema através dessas técnicas de organização, mas a possibilidade de não ser refém da sua vida financeira, dela não te causar estresse e mal-estar, como também não ser o seu maior objeto de desejo. Essas técnicas e informações são para você nutrir uma relação saudável com o dinheiro na sua vida, e as finanças serem um dos caminhos para você alcançar objetivos mais elevados e com maior valor.


Antes de prosseguirmos para as técnicas, vamos fazer um pequeno exercício. Anote em uma folha de papel ou no seu bloco de notas do celular as suas respostas das perguntas a seguir, elas te ajudarão a sustentar suas decisões ao longo do tempo.

  1. Qual o maior sonho que almejo alcançar nesta vida?

  2. Quero viver esse sonho sozinho ou acompanhado de alguém?

  3. Minha vida hoje caminha para esse futuro?

  4. O que posso fazer no meu presente para alcançar esse sonho a longo prazo?

Agora que você pensou sobre onde você quer chegar, as técnicas a seguir podem te ajudar a dar os primeiros passos onde você está.


Está na hora de anotar os gastos e investimentos.

1- Mapeie seus gastos

A primeira coisa a se fazer quando você vai limpar o seu guarda-roupa é tirar tudo que está nele e começar a faxina. Muitas vezes, nesse processo, encontramos peças de roupas perdidas ou esquecidas, algumas que precisam ir para o conserto e outras, que já não servem mais.


Com as finanças, precisamos fazer a mesma coisa. É importante parar e descobrir onde estão cada um dos gastos e investimentos. Há alguns que são imprescindíveis e não podem ser alterados, outros já parecem as roupas perdidas e escondidas, nem lembramos deles no dia a dia. Ainda há aqueles gastos que perdem o sentido com o tempo, ficam como as roupas que não servem mais. Então, vamos vasculhar esse guarda-roupa.


Escolha onde anotar

O primeiro passo para conseguir mapear tudo é escolher algum lugar para você anotar isso, pode ser no bloco de notas do celular, num caderno ou agenda, desde que você consiga controlar e colocar nessa lista cada uma das vezes que você comprou ou pagou alguma coisa.


Separe as categorias

Depois de escolher este lugar, anote cada um dos seus gastos e separe-os em 3 categorias: Fixos, parcelas e pontuais.

  • Nos fixos, coloque o valor de aluguel ou prestação de imóvel, energia, água, despesas com alimentação e outros gastos que são fixos e têm o valor parecido em todos os meses.

  • Nas parcelas, você adiciona as compras divididas e anote quantas parcelas faltam para finalizar o pagamento, por exemplo: Roupas 3/5.

  • Nos gastos pontuais, anote o que normalmente não é recorrente, como exemplo: Pastel na feira R$20,00.

Some os valores

Agora está na hora de descobrir os valores cheios. Some primeiro cada categoria separada, depois some as 3 categorias juntas. Assim, conseguirá visualizar qual das categorias tem maior valor e se há algum item que pode ser reduzido ou eliminado, mas esse já é o próximo passo. Vem comigo!


Repensar as prioridades é fundamental para uma vida financeira saudável.

2- Repense seus hábitos

Agora que você já sabe para onde está indo o seu dinheiro, é hora de pensar sobre suas prioridades e se os seus gastos fazem sentido para você. Eles condizem com os seus objetivos de vida e estão alinhados com as perguntas que você respondeu no início desse artigo?


Este é um momento crucial para a tomada de algumas decisões. Esse repensar dos hábitos deve ser refeito em cada mês, pois é sempre importante rememorar os nossos propósitos, isso dá peso e sentido a algumas decisões.


Talvez seja o momento de cancelar um aplicativo que você usa muito pouco, ou de estabelecer um limite de saídas durante o mês para os seus gastos pontuais diminuírem.

Estabeleça suas metas para o próximo mês, revise-as no mês seguinte e se necessário, altere-as. Faça sempre suas metas se adequarem a sua realidade, ajustando sempre que preciso. Como exemplo: Usar R$100,00 no mercado por semana, ou fazer apenas 1 refeição por semana fora de casa.


A vida financeira está ligada ao que consumimos. Pense se a forma que você consome é saudável ou se, de alguma forma, pode estar sendo prejudicial para você ou sua família.


Suas metas devem estar dentro do seu estilo de vida.

3- Escolha um valor fixo para guardar mensalmente

Aqui está um passo ousado. Guardar um valor fixo por mês é uma forma de você se manter alinhado ao seu grande propósito. Estabeleça uma meta e honre-a. Ela pode ser pequena ou grande, o que é importante aqui é você se dispor a honrar este compromisso que fez consigo mesmo e com o seu objetivo.


A cada mês que você cumpre a sua palavra em guardar este valor, você dá a si mesmo provas de que você é confiável, de que você é capaz de alcançar o seu objetivo. Isso reduz o sentimento de insegurança e possibilita a você traçar planos a longo prazo com essa receita.


Este valor, mesmo que simbólico, pode significar muito mais do que uma segurança financeira. Pode alavancar outros hábitos de autocuidado e planejamento em outras áreas da vida.


4- Parcele quando necessário

Alguns especialistas comentam que o ideal é evitar o parcelamento ao máximo, outros contrapõe dizendo que parcelar é uma oportunidade de ter mais tempo para ajuntar o dinheiro necessário para a compra de determinado bem.


Neste caso, fiquemos com as duas opiniões e vamos pensar em dois casos:


Caso 1: Se você é uma pessoa que já seguiu os 3 primeiros passos, consegue juntar um montante mensal relevante que possibilite você adquirir o que deseja com o valor integral, o parcelamento pode não ser o ideal para você. Principalmente, se na negociação você conseguir um valor à vista com um desconto relevante.


Caso 2: Se você já está seguindo os primeiros passos, porém o montante que consegue juntar por mês levará muito tempo para se tornar o valor cheio do que gostaria de adquirir, você pode optar por parcelar. Isso dará a você tempo para correr atrás e multiplicar o dinheiro que já tem guardado, além de contar com uma baixa, mas existente, desvalorização da moeda nesse prazo.


O que não é aconselhado de nenhuma forma é acumular vários parcelados. Escolha bem os produtos e atividades que são prioridade para você e sua casa. Parcele apenas quando necessário.


Pense antes de fazer uma compra e avalie seu plano.

5- Seja intencional

Todas essas dicas e ferramentas só serão úteis se você decidir ser intencional em suas finanças.


Observar onde está e onde quer chegar pode ser motivador em alguns dias e totalmente desmotivador em outros. Por isso, lembre-se sempre que não podemos guiar nossas vidas baseados sobre como nos sentimos em cada dia. Precisamos nos basear nos nossos valores e objetivos, pois sentimentos são volúveis, mas, nossos objetivos e valores, são firmes e verdadeiros guias.


Uma das formas de nos aprofundarmos em nossos valores e objetivos é no processo de autoconhecimento. Para isso, o processo terapêutico é de grande valia. Além disso, finanças costumam ser um assunto que gera insegurança e ansiedade em diversas pessoas, fato que também pode ser alinhado com devido acompanhamento.


Aqui na Asped possuímos diversas profissionais capacitadas para o processo terapêutico. Se quiser saber mais sobre isso e se aprofundar mais em você, entre em contato.



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